Provérbios · 24 versículos

Provérbios 18

Cada versículo liga às pessoas e aos lugares nomeados nele, e às passagens que os leitores conectam a ele.

O capítulo

O que acontece aqui

A leitura do Atlas, escrita a partir deste capítulo e de nada mais, publicada só depois da aprovação de uma pessoa. Cada cena nomeia os versículos que cobre; os nomes dentro dela ligam às pessoas e aos lugares que nomeiam.

O rico tem uma cidade fortificada, embora seu alto muro se erga apenas em sua imaginação.

Bocas, ouvidos e os problemas que causamvv. 1–9

O capítulo começa com um homem que se isola, mas não em um retiro tranquilo: ele busca desejos egoístas e se rebela contra o bom senso. O tolo prefere expor opiniões a buscar o entendimento, e sua boca logo se torna tanto ruína quanto laço. As palavras são águas profundas quando saem da boca de um homem, mas a sabedoria borbulha como um ribeiro; os mexericos, por sua vez, descem como petiscos apetitosos, uma imagem notavelmente atraente de um hábito decididamente nocivo. A justiça não deve se inclinar a favor dos ímpios, e a preguiça recebe a sombria semelhança familiar de ser irmã do destruidor.

Muros, orgulho e a audiência de uma causavv. 10–18

Em seguida vêm as torres. O nome do SENHOR é uma torre forte, enquanto a riqueza do rico é uma cidade fortificada com um muro alto que existe, de modo bastante ameaçador, apenas em sua imaginação. O orgulho marcha para a ruína, a humildade para a honra, e responder antes de ouvir resulta em insensatez e vergonha. Um espírito abatido é mais difícil de suportar do que a doença; por isso, o coração prudente e o ouvido sábio saem em busca de conhecimento. Um presente abre portas diante dos grandes homens, mas quem fala primeiro parece estar certo até que outro chegue com perguntas. Até mesmo adversários obstinados podem ver sua disputa ser entregue ao mecanismo simples de lançar sortes.

Os ferrolhos de uma contenda e a colheita da línguavv. 19–24

Um irmão ofendido se mostra mais difícil de conquistar do que uma cidade fortificada, e uma contenda cria seus próprios ferrolhos de castelo. A boca, então, torna-se um campo: o homem se farta com o seu fruto e se satisfaz com a sua colheita, enquanto a língua tem em seu poder a vida e a morte. Uma esposa é chamada de algo bom e favor da parte do SENHOR. O pobre suplica por misericórdia; o rico responde com dureza. Muitos companheiros podem levar um homem à ruína, mas há um amigo que se apega mais do que um irmão — tendo o capítulo já feito a fraternidade soar como uma fortaleza, e agora apresentando um amigo capaz de se aproximar mais do que os próprios muros.

O texto

Leia

Almeida Revista e Corrigida, domínio público. Os nomes que o hebraico e o grego põem no versículo ligam à pessoa, ao lugar ou ao povo que nomeiam; o endereço ao lado de cada versículo é um link para esse versículo, que é o que o leitor copia e compartilha.

  1. Pv 18:1Busca satisfazer seu próprio desejo aquele que se isola; ele se insurge contra toda sabedoria.

  2. Pv 18:2O tolo não tem prazer na sabedoria, mas só em que se manifeste aquilo que agrada o seu coração.

  3. Pv 18:3Vindo o ímpio, vem também o desprezo, e com a ignomínia a vergonha.

  4. Pv 18:4Águas profundas são as palavras da boca do homem, e ribeiro transbordante é a fonte da sabedoria.

  5. Pv 18:5Não é bom favorecer o ímpio, e com isso, fazer o justo perder a questão.

  6. Pv 18:6Os lábios do tolo entram na contenda, e a sua boca brada por açoites.

  7. Pv 18:7A boca do tolo é a sua própria destruição, e os seus lábios um laço para a sua alma.

  8. Pv 18:8As palavras do mexeriqueiro são como doces bocados; elas descem ao íntimo do ventre.

  9. Pv 18:9O que é negligente na sua obra é também irmão do desperdiçador.

  10. Pv 18:10Torre forte é o nome do Senhor; a ela correrá o justo, e estará em alto refúgio.

  11. Pv 18:11Os bens do rico são a sua cidade forte, e como uma muralha na sua imaginação.

  12. Pv 18:12O coração do homem se exalta antes de ser abatido e diante da honra vai a humildade.

  13. Pv 18:13O que responde antes de ouvir comete estultícia que é para vergonha sua.

  14. Pv 18:14O espírito do homem susterá a sua enfermidade, mas ao espírito abatido, quem o suportará?

  15. Pv 18:15O coração do entendido adquire o conhecimento, e o ouvido dos sábios busca a sabedoria.

  16. Pv 18:16Com presentes o homem alarga o seu caminho e o eleva diante dos grandes.

  17. Pv 18:17O que pleiteia por algo, a princípio parece justo, porém vem o seu próximo e o examina.

  18. Pv 18:18A sorte faz cessar os pleitos, e faz separação entre os poderosos.

  19. Pv 18:19O irmão ofendido é mais difícil de conquistar do que uma cidade forte; e as contendas são como os ferrolhos de um palácio.

  20. Pv 18:20Do fruto da boca de cada um se fartará o seu ventre; dos renovos dos seus lábios ficará satisfeito.

  21. Pv 18:21A morte e a vida estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá do seu fruto.

  22. Pv 18:22Aquele que encontra uma esposa, acha o bem, e alcança a benevolência do Senhor.

  23. Pv 18:23O pobre fala com rogos, mas o rico responde com dureza.

  24. Pv 18:24O homem de muitos amigos deve mostrar-se amigável, mas há um amigo mais chegado do que um irmão.

02 — Leia junto

Onde isto ecoa

As próprias conexões dos leitores, das referências cruzadas votadas em código aberto pelo OpenBible — acordo sobre relevância, e não confiança erudita. 286 passagens foram votadas em 24 versículos deste capítulo; as 16 mostradas lideram em votos, e cada uma é listada no versículo em que foi mais votada.

  • 21Efésios 4:29Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem.
  • 21Mateus 12:35–37O homem bom tira boas coisas do bom tesouro do seu coração, e o homem mau do mau tesouro tira coisas más.
  • 21Colossenses 4:6A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para que saibais como vos convém responder a cada um.
  • 21Provérbios 10:19–21Na multidão de palavras não falta pecado, mas o que modera os seus lábios é sábio.
  • 21Tiago 3:6–9A língua também é um fogo; como mundo de iniqüidade, a língua está posta entre os nossos membros, e contamina todo o corpo, e inflama o curso da natureza, e é inflamada pelo inferno.
  • 21Provérbios 13:2–3Do fruto da boca cada um comerá o bem, mas a alma dos prevaricadores comerá a violência.
  • 102 Samuel 22:3Deus é o meu rochedo, nele confiarei; o meu escudo, e a força da minha salvação, o meu alto retiro, e o meu refúgio. Ó meu Salvador, da violência me salvas.
  • 10Isaías 26:4Confiai no SENHOR perpetuamente; porque o SENHOR DEUS é uma rocha eterna.
  • 10Salmos 91:2Direi do Senhor: Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei.
  • 21Eclesiastes 10:12–14Nas palavras da boca do sábio há favor, porém os lábios do tolo o devoram.
  • 24Provérbios 17:17Em todo o tempo ama o amigo e para a hora da angústia nasce o irmão.
  • 22Provérbios 19:14A casa e os bens são herança dos pais; porém do Senhor vem a esposa prudente.
  • 10Salmos 144:2Benignidade minha e fortaleza minha; alto retiro meu e meu libertador és tu; escudo meu, em quem eu confio, e que me sujeita o meu povo.
  • 10Salmos 61:3–4Pois tens sido um refúgio para mim, e uma torre forte contra o inimigo.
  • 21Isaías 57:19Eu crio os frutos dos lábios: paz, paz, para o que está longe; e para o que está perto, diz o Senhor, e eu o sararei.
  • 24João 15:13–15Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos.

Continuação

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